sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Canto à mulher desconhecida



De riso em face oculta a qual não posso ver,
E nem sentir o leve brilhar de teus olhos
Lembro apenas das poucas palavras que dissestes
Enclausurado no recanto de meus sonhos

Ouço um leve sibilar no vento, me trazendo
Me fazendo alcançar um momento esquecido
Despertando-me um acenar involuntário
Quando a vejo cruzar meu céu onírico

Apenas te deixo esse pequeno recado,
Palavras escritas na pressa de não te esquecer
Só quero lembrar do íntimo de meus desejos
No ensejo de em meus braços poder te tocar
2008
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