domingo, 15 de maio de 2011

Selo do Lillo Dogmez

muito obrigado meu amigo!!!!
segue o link do http://thebigdogtales.blogspot.com/...o lobisômi sô!!!!

trago até aqui teu presente...

claro...ando muito ocupado nessa vida de professor, universitário e ocupado mental sem jeito...rsrsrsr

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sábado, 7 de maio de 2011

Dar a cara para bater




Dizia Victor Hugo que “vivem somente os que lutam”. Eis uma frase emblemática num país onde a “cordialidade” dita as regras. Mas, seria o povo brasileiro tão acomodado assim?
Quem estuda a história, e a nossa principalmente, sabe que todas as conquistas da humanidade foram resultado direto do embate pelo bem maior. O brasileiro, “gentil, porém aguerrido”, como diria meu professor de História do Brasil, Nivaldo Goulart, não é e nem foi diferente de outros povos. Na Roma antiga Espártaco, escravo e gladiador, liderou famosa revolta pela liberdade. Como resultado, foi crucificado. Mas isso não deve servir para nos amedrontar, pois, como disse Cecília Meirelles, “a liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que a explique e ninguém que não a entenda”. O próprio Rosseau disse que se há escravos por natureza é porque a força formou os primeiros e a covardia os perpetuou, logo, porque deveríamos continuar presos aos grilhões que nos sufocam? Até quando acreditaremos piamente nas sombras da caverna?
Hoje me deparo com uma situação delicada e ao mesmo tempo extrema. Nós professores enfrentamos batalhas diárias dentro e fora das salas de aulas. Alunos sem limites, pais sem tempo, diretores que, para defender seus cargos de confiança, esquecem-se que também são professores. Se não bastasse tudo isso, vivenciamos uma classe profissional que tem como símbolo a desunião. Nossas conquistas não são frutos da boa vontade política dos dirigentes da nação, pois àqueles interessa que o povos mantenha-se na ignorância política e intelectual. Afinal, caindo no lugar comum, conhecimento é poder. Decorre daí algo que muito enraivece: a posição contrária dos próprios educadores e diretores quanto à eleição do cargo administrativo das unidades escolares. Como eu, professor de História e Sociologia, posso ensinar aos meus alunos sobre democracia e cidadania se meus pares são contrários às eleições para direção? Há muita hipocrisia nem um pouco disfarçada em nossa educação.
Entretanto, esse não é o foco de meus argumentos nessas linhas. Foi preciso os ministros votarem o nosso piso salarial para que fosse aceito e, mesmo assim, o Estado de Santa Catarina nega-se a tal, motivo pelo qual minha classe profissional está se mobilizando numa investida por nosso direitos. E aí entra o grande problema: muitos educadores opõem-se a lutar pelo que é nosso por direito e isso me adoece. Enquanto alguns literalmente dão a cara a bater buscando o mínimo desejado à profissão, no caso salário mais condizente, grande parte se mostra alheia ao fato e, em muitos casos, desmerecendo aqueles colegas que decidiram paralisar as atividades durante um dia para lutar em favor de toda nossa classe.
Eu já perdi minha tristeza com meus colegas de vocação, começo a sentir raiva! Vê-los a discutir novelas e bigbrother na sala dos professores me enoja, simplesmente porque, ao puxar assunto referente a nossa luta, cabo sendo desdenhado. Enquanto continuar assim, não consigo imaginar um futuro promissor à educação. Infelizmente, o individualismo acumula vitórias diárias e corrobora cada vez mais para desarticular nosso movimento em prol de um futuro mais digno nas salas de aulas. O que prevalece entre os professores é a cultura do “eu”. Enquanto a cultura do “nós” permanecer relegada a segundo plano, as salas de aula continuarão a afastar os bons profissionais. Isso sem citar aquelas professoras que são excelentes donas de casa, ou aqueles professores que são excelentes vendedores. Criticar o sindicato? O sindicato somos nós, não os seus dirigentes! Como pode um professor ou professora criticar o sindicato se, em cada assembléia convocada da categoria, prefere ficar em casa limpando tudo ou ir cuidar de seus afazeres? A meu ver, esses ineptos não são merecedores das conquistas por aqueles que lutam pelas mesmas.
Convenhamos, como pode ser chamado de educador ou educadora alguém que tem nojo de seus educandos? Ou, como posso chamar de professor ou professora alguém que está em sala de aula mas jamais lê um livro sequer ou mesmo desistiu de estudar? Como diria Augusto Cury, é muito difícil lidar com um professor ou professora que desistiu de ser aluno.
Em meio a essa tarefa inglória, por vezes, desistir de lutar significa encerrar todas possibilidades vindouras de que dias melhores virão....      

Professor Wagner Fonseca, irritado..muito...06/05/11
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sexta-feira, 15 de abril de 2011

O amor adolescente



O que seria da vida sem o amor adolescente?
Um amor diferente, paixão sem fim, daquelas, tipo assim, que quando pega a gente não quer mais largar!
Que graça maior não há, em esperar por você, esperar por ver, aquele, aquela, te faz tremer!
Meninos que querem ser homens, meninas que pensam que já são mulheres.
Uns se acham melhores, outros acham que já estiveram piores.
O menino gordinho no canto da sala de aula. A menina de bochechas danadas de apertar.
Um marmanjo,
Uma gatinha,
Olhares entrecruzados, às vezes não conseguem nem disfarçar.
Ele já se entregou, uns percebem, outros não conseguem entender. É o amor, é a paixão, e é adolescente, não se explica, não se entende, apenas se sente.
Ela demonstra o carinho, muito mais que paixão, terno envolvimento, um sentimento entre amigos.
Ele perdeu toda a vergonha, perdeu o medo, só quer demonstrar o que diz seu coração.
Ah, como é bom ver, como é bom ser adolescente!
Amor com cor, gosto e sabor, louca paixão!

Wagner Fonseca, 24/03/11
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domingo, 27 de março de 2011

Sonhar não custa nada... Será?


Às vezes me questiono que utilidade tem os sonhos. Dizem que são eles que nos fazem seguir adiante. Dizem também que um homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar. E como é possível viver sem sonhar?
Eu tive alguns poucos sonhos em minha vida e com o tempo, com a experiência, auto-conhecimento e, principalmente, com os estudos, fui lentamente percebendo que os sonhos são, na maioria dos casos, coisas que não nos pertencem. Somos estimulados a desejar coisas desde pequenos, contudo, porque será então que todo mundo não deseja as mesmas coisas? Tem algo escondido nas entrelinhas da palma de nossa não que cigana alguma consegue enxergar.
A aquisição de novos conhecimentos desvirtuou-me dos meus sonhos, todavia, fez-me voltar cada vez mais para dentro daquilo que sou, fui e posso ser. Vivemos uma vida muito mundana, materialista demais, egocentrados em mundos complexos, “complificados”, protegidos dentro de nossas cascas. Encontramos tantas coisas no mundo cibernético, dentro da “web”, tanta promoção pela privacidade vigiada que já não conseguimos ao certo distinguir os valores impregnados em nosso ser.
Vemos luxúria como significado para amor e mesmo que questionássemos isso, o que de mais poderíamos fazer? Os excessos, tão criticados, são a cada dia mais concebidos como capacidade de superação. Negamos o passado projetando o sucesso, o tão aclamado ídolo da época atual. Por isso os sonhos perecem, porque o maior de todos é o único para todos: o senhor sucesso! Ter sucesso, financeiro, profissional ou seja qual for, apenas ter sucesso, pois daí decorrerá todo o resto que realmente nos fará felizes. E isso transforma a vida de muitos num jogo e como tal, os que aparecem pela frente são os adversários, mesmo os que não deveriam ser.
Num mundo caótico marcado pela velocidade não conseguimos vivenciar o presente, pois este tornou-se um futuro pretérito e inconstante, maleável, moldado e remodelado de segundo em segundo. Instabilidade é símbolo do momento e os que tentam sonhar realmente e fugir dessa “matrix” são estereotipados como infelizes, inconformados, incapazes.
As cores tomam novos sons, meus sonhos se desfizeram como a neblina da manhã. De concreto resta a possibilidade de sobreviver em meio a tanta hipocrisia e insensibilidade. Mesmo assim, um fio de esperança sempre tece a aurora. Não sei se esse fio é um raio solar ou tênue gota de chuva. Talvez breve lapso d’um mundo onírico entremeado nas noites letárgicas do dia-a-dia.
Queiram os bons que não haja motivos para nos angustiar mais. E aos otimistas e entusiastas do amanhã, a vida só é difícil para os querem vencer. Para os que apenas vivem, ela pode ser tudo, do sofrimento à festa.

Wagner Fonseca - 23/03/11
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sábado, 12 de março de 2011

Terremoto previsto no Japão?

Aí está algo que já li na net outras vezes, inclusive também devo ter visto no documentário Cosmos ou outro paracido. A radiação solar influencia a movimentação das placas tectônicas na Terra.

Aí está o post do blog evoluindo sempre:

http://evoluindo-sempre.blogspot.com/2011/03/atividade-sol-x-terremotos.html

é só ler..o post é do dia 10, portanto, antes do terremoto. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...