quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Eu gosto de rosas



Gosto de Rosas, não me incomodam
Seus espinhos
Não me importa sua cor
Vermelho paixão
Vermelho ódio
Vermelho amor
Ou branco de pura paz
E tanto faz
Pois também gosto da paz
Emanada pelo preto mais sólido
Da escuridão silenciosa
Da noite
Gosto das Rosas
Da Rosa e sua cor rosa
Pouco me importa se nos olhos
Das pessoas preconceituosas
A cor tenha sexo ou gênero
Gosto das rosas
E respeito seus espinhos
Por isso não as colho
Apenas as enamoro
As observo com carinho. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 21 de outubro de 2017

Visita ao Cânion Itaimbezinho, Cambará do Sul, com a EEB. João Frassetto

E não é que depois de quatro anos eu consegui levar meus alunos dos segundos e terceiros anos do Ensino médio da EEB. João Frassetto, de Santa Luzia, Criciúma, SC para visitarmos o cânion Itaimbezinho? E de quebra ainda curtimos um pouco do visual do cânion Índios Coroados.

Foi no domingo, dai 15 de outubro, o dia do professor e o meu maior presente foi poder presentear meus alunos e alunas com um belo dia de sol, depois de tanto adiarmos.

Os alunos ficaram maravilhados, o que não é novidade. E isso reforça mais uma vez o que sempre digo: só a sala de aula de aula é muito pouco para essa gurizada que vive envolta pela tecnologia mas é tão carente de um contato maior e contemplativo com a natureza.

Seguem abaixo algumas fotos do passeio:

Paulinho sempre atencioso explicando aos alunos como funciona o passeio.


Léo, outro parceiro nas trilhas.





Rebeca(3002) e Bruno(2002).

Meninas da 3004: Marci, Mari e Schai.

Foto tradicional




Turma 2004 
Nos detalhes, a beleza...





Foto tradicional

Tradicional foto

3004, alunos de minha regência

Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira das Andorinhas

Visão do cânion Índios Coroados


Um casal de namorados que curtia o cânion Índios Coroados

Larissa e Filipe da turma 2004
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Fragmentos



Parte-se
Parte-se tão repentinamente
Como algo oco
Que em sua condição
De oco
Fragilmente
Se parte

Parte-se para longe
E de longe revira tudo
Pois longe se olha
De longe também se sente
Pois é da condição de distante
Sentir-se
O que longe ainda mora
Saudade é dor que nos namora

Irrompe um silêncio
Entre notas musicais
Irrompe o silêncio
Da contemplação do longínquo
Estar-se feito
Em partes
Em partes se respira
E pesa-se
O pesar de estar-se
Pesado

Um engasgo que fisga a lágrima
De quem parte
E parte com um pedaço
De quem fica
Que fica engasgando-se
Em metáforas
Que pouco explicam, de verdade
Ambos se partem
Os que vão e os que ficam
E ainda algo que quebra
Em quem vivifica
A perda de estar-se
Sempre a pensar
Em quem jamais poderá estar

Tão longe no horizonte
Tudo é horizonte
De eventos e onde sopram
Os ventos
Da saudade
Da memória
Da felicidade e da tristeza
Ambas se entrelaçam
E se partem
No partir-se
De ir indo e vir voltando
Como quem vai sem nunca
Ir realmente
E quem fica sem nunca
Estar com profundidade
No profundo raso
De ser e não estar
De ir sem nunca ter ficado

Um soluço
Um arrepio
Um calar-se
E um tênue
Ansiar
Sem nunca saber, apenas imaginar
Como parte-se
Sem querer ir ou ficar
Inteiro
Ou em partes

Wagner Fonseca, 19 de setembro de de 2017, 20:50


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Trilha do Pico Realengo, Morro Grande, SC. 26/08 e 25/06 - 2017.

     Pois então, e não é que finalmente nossa Equipe Gigantes da Serra conseguiu chegar lá?!

     Primeiramente fomos em nove pessoas do grupo no dia 25 de junho, um domingo de sol amistoso. Iniciamos a trilha as 05:10 da manhã e chegamos lá em cima as 10:30. Porém, como fomos muito rápido e acabamos nos deliciando com a paisagem do cânion Amola Faca do outro lado, não aproveitamos muito os campos de altitude. Resultado: retornamos cedo, muito cedo.

     A trilha é bem íngreme quando inicia a subida, mas até chegar lá foram duas horas de caminho, mato e pedra. Há água corrente e a trilha é bem demarcada. Demoramos três horas na subida, perfazendo um total de cinco a cinco horas e meia do início até o topo, o que é muito cansativo. A distância me pareceu menor que a trilha dos Tropeiros, em Siderópolis, porém a inclinação é maior. Os joelhos arrebentaram na volta e mesmo na ida estávamos cansados. Regra importante em trilhas: vá com calma sempre, você não precisa provar nada a ninguém! Aprendemos isso na marra.

    Seguem algumas fotos abaixo:

O dia ia se fazendo presente e nos mostrando nosso destino.

"Mestre Oda", Odair na parceria.

Visão do Amola Faca...exuberante!

Outra dessa maravilha da natureza!

Há um pequeno rancho no início da caminhada, ou no retorno, para descansar um pouco.

Nossa trupe: Eu, Darci, Odair, Pedro, Cristiano, Pedro Acácio, Fábio e Paulo.

Placa informativa antes de começar a trilha.

     Porém, no dia 26 de agosto, um sábado daqueles, juntamos nossa turma outra vez, 16 pessoas, e aí, novamente as cinco da matina, iniciamos nossa 'pernada' até o topo e conseguimos visualizar o Pico do Realengo, a pedra "Cabeça de Urso" e aproveitar bastante a paisagem. Dessa vez nós demoramos em torno de seis horas e meia na subida, pois alguns integrantes não estavam dando conta do recado. Eu me sentia melhor dessa vez. Quando estávamos quase no topo um dúvida: seguimos ao Realengo ou viramos à direita e vamos contemplar o Amola Faca? Decidi correr os últimos metros de subida para ver o que valia a pena. Estava com gás total! Quando olho para trás, meu sobrinho e meu filho correndo atrás de mim e toda uma galera doida. Resultado: contemplamos parte do Amola Faca e ainda corremos pelos campos lá em cima.

     Depois retornamos e subimos até o nosso destino: Pico do Realengo. Bem, não fomos até ele, pois isso demandaria tempo, ou seja, só com acampamento. Quem sabe numa próxima. Dessa vez apenas um joelho doeu e muito.

     Seguem fotos abaixo, dessa vez feitas com a câmera fotográfica e não o celular...rsrs..

Nossa turma quando o dia já amanhecera.

Sim, fomos lá em cima também!

O cânion, creio eu ser o Boa Vista.

Um "pedrinha" no caminho.

Chegando.

Johnson descansando. Ao fundo cânion Amola Faca.

Pedro, parceiro de trilhas!

Trilha em família é melhor!

Uma panorâmica. Subimos do outro lado antes de vir para o Realengo. Cansaço valeu!

E porque não na beira do perau?

Outra panorâmica.

Árvore do metal!!!!

A "Cabeça do Urso"

Idem. Eu, Cléber e Paulo.

De longe.

Pico do Realengo. Um dia irei até lá!

A "janela"...

Outra.

O lugar onde sentamos....que medo!

Para chegar, você vai de Meleiro até Morro Grande e segue até Três Barras, última comunidade, última casa, pega meio quilômetro de estrada de chão só. Deixa o carro lá, e bora caminhar!

Vale a pena? Se vale!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...